
Texto longo esse. Poucos vão ler, eu sei. Mas nem precisa comentar se não ler. De inútil, já basta eu e esse meu tosco texto! "POR QUE WHISKY SIM, POR QUE CANNABIS NÃO?" Vicente aceitou o convite de sua amiga para ir a tal festa de conclusão de curso da turma de Naturologia de uma conhecida instituição paulistana, organizada por um amigo que estava se formando. Resolveu se arrumar melhor, pois imaginou uma formatura tradicional. Também não jantou nesta noite, porque estavam inclusos no valor do convite, os “comes”, mas não os “bebes”. Chegando à festa, uma surpresa: brichos-grilos por todos os cantos, com suas batas e sandálias. Apesar de o seu estilo estar longe do formal, nesta noite ele se sentiu um estranho nesse ninho de “grilos”. Procurou não se abalar, pois seu estômago roncava, incomodando-o mais que isso. Então, investigou onde estavam os tais “comes”, porque na sua frente só enxergava uma mesa de frutas. Vasculhou todos os cantos, todas as barracas de miçangas à venda, feitas pelos próprios alunos “hippies” que ali expunham sua arte. Inspecionou os arredores, mas só via a mesa de frutas próxima a um banquinho e um violão, partes do “kit-animação” de uma cantora que “mpbeziava” o local. Foi aí que se deu conta que os “comes” da festa eram realmente as frutas da mesa que mirou logo na entrada. Pensou que somente aquilo não iria saciá-lo durante a noite, mas, se era o que tinha, se conformou e atacou a mesa. Ele que estava acostumado a churrascos e rodízio de pizzas viu que não seria nada demais jantar abacaxis, melancias e bananas naquela noite. O que mais chamou sua atenção, porém, foi a roda ao lado da mesa. Um grupo de pessoas, como num ritual indígena, socialmente fumava um tal NAGAILÊ: fumo doce, sabor de pêssego, que não causava nenhuma alteração mental. Enquanto se distraía com as frutas tropicais, Vicente não reparou que ali na roda estava sua amiga se divertindo com o primeiro contato tabagista que tinha na vida. Após algum tempo, ela se levantou e foi em direção ao amigo, puxando-o para a roda. Ele hesitou, mas se convenceu de que não havia problema em experimentar o fumo, já que fumou cigarro algumas vezes na vida, nada mais além disto. O que Vicente não esperava era que no momento a amiga veio lhe fazer o convite, uma mistura foi feita ao fumo. E assim, sem que percebessem, uma tal erva verde queimava junto, e era ingerida pelos curiosos elementos da festa. Não bastaram cinco minutos para a “larica” também se juntar aos dois que, por conta disso, se levantaram e começaram a se despedir de todos. Quando foram dar adeus à amiga que havia organizado o evento, ela lhes confessou que uma mistura tinha sido feita no fumo e perguntou-lhes se estavam bem. Os dois se olharam, começaram a rir insanamente e partiram, dizendo que nenhum efeito havia sido causado na cabeça deles e que ninguém precisava se preocupar. No caminho, resolveram parar numa barraca de cachorro-quente. Como que saídos de um jejum de semanas, Vicente e sua amiga devoraram os sanduíches selvagemente, sem deixar de se questionar do porquê de não sofrerem nenhum efeito com a maconha, já que era o primeiro contato de ambos com a erva. Cada um pediu mais um sanduíche e seguiram às gargalhadas para suas casas que eram próximas dali. Despediram-se ainda confusos e, antes de dar a última dentada no cachorro-quente, Vicente jurou que tinha ouvido dois latidos agonizantes saindo das suas mãos. “DIGA NÃO ÀS DROGAS, MAS SEJA EDUCADO, DIGA ‘NÃO, OBRIGADO!’”
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E A ENQUETE... Onde você acha que eu deva fazer uma tatuagem?
Total: 164 votos O Negócio é o seguinte: tô sem grana! Então nada de tatuagens, ok? ØØØØØØØØØ NOVA ENQUETE NO AR! (atendendo a sugestão do DoBem - http://dobem.zip.net)
- Postadzinho por: DS às 18h07 [ ] [ envie esta mensagem ] |